

SABER ESPERAR
NO PAÇO DOS CUNHAS ALIÁMOS DOIS PATRIMÓNIOS: O MATERIAL E O IMATERIAL
A Vinha do Contador, com o património natural de castas ali plantadas, e o Tempo, esse imaterial património que contribui para que tudo seja melhor. O tempo que passa é algo que não se dá conta e não sabemos a sua exata medida. É o tempo suficiente. O tempo nunca passa depressa nem devagar. O tempo passa ao minuto, à hora, ao dia, e ao ano. As quatro estações são a marca que o tempo deixa. É no fim de cada ciclo da videira que o vinho nasce e, por isso, é de outono a outono que contamos o tempo. No Paço dos Cunhas não há pressa. É este o tempo que um Vinha do Contador tem que esperar. Enquanto esperamos que um fique pronto, preparamos o seguinte. Cultivamos a vinha que, em modo biológico, nos obriga a cuidar mais, a olhar mais por ela, a proteger as suas plantas. E esperamos que as montanhas ajudem a vinha, protegendo-a dos ventos, e dando-lhe apenas as necessárias horas de sol, nem mais, nem menos, horas de um sol que nasce por detrás da Serra da Estrela e se põe, para além do Caramulo.

O Silêncio do Tempo
Um vinho que nasce onde só a Natureza entra.
Dentro dos muros do Paço dos Cunhas preserva-se um espaço único,
onde o isolamento do mundo exterior protege a autenticidade do terroir.
Respeito absoluto pelos ciclos naturais da vinha.
Tempo e paciência como valores essenciais na criação do vinho.
Aqui cultivam-se sustentabilidade, respeito pela natureza e uma visão
de longo prazo que valoriza o tempo como parte essencial do vinho.

O Silêncio do Tempo
Um vinho que nasce onde só a Natureza entra.
Dentro dos muros do Paço dos Cunhas preserva-se um espaço único,
onde o isolamento do mundo exterior protege a autenticidade do terroir.
Respeito absoluto pelos ciclos naturais da vinha.
Tempo e paciência como valores essenciais na criação do vinho.
Aqui cultivam-se sustentabilidade, respeito pela natureza e uma visão
de longo prazo que valoriza o tempo como parte essencial do vinho.
CLOS DE SANTAR 2020
Dentro dos muros seculares do Paço dos Cunhas existe um lugar onde o mundo abranda. Um espaço protegido, onde apenas a natureza entra e onde a vinha cresce resguardada pelo silêncio e pelo tempo. É deste património que nasce o Clos de Santar: de uma vinha reservada, onde terra, clima e história se encontram em perfeita harmonia. A sustentabilidade, o respeito pelos ciclos naturais e a paciência de quem sabe esperar moldam cada colheita. O vinho nasce assim: da escuta da terra, do tempo que se respeita e do silêncio que protege aquilo que é raro. Cada garrafa é a expressão íntima deste lugar singular, onde a autenticidade se revela apenas a quem sabe reconhecê-la.

CLOS DE SANTAR 2020
Dentro dos muros seculares do Paço dos Cunhas existe um lugar onde o mundo abranda. Um espaço protegido, onde apenas a natureza entra e onde a vinha cresce resguardada pelo silêncio e pelo tempo. É deste património que nasce o Clos de Santar: de uma vinha reservada, onde terra, clima e história se encontram em perfeita harmonia. A sustentabilidade, o respeito pelos ciclos naturais e a paciência de quem sabe esperar moldam cada colheita. O vinho nasce assim: da escuta da terra, do tempo que se respeita e do silêncio que protege aquilo que é raro. Cada garrafa é a expressão íntima deste lugar singular, onde a autenticidade se revela apenas a quem sabe reconhecê-la.

SILÊNCIO DO TEMPO
UM TERRITÓRIO GUARDADO PELO TEMPO PELO SILÊNCIO
E PELA VONTADE PROFUNDA DE PRESERVAR O QUE É VERDADEIRAMENTE RARO
O Clos de Santar nasce de uma vinha histórica, de um terroir com memória e história. Integrado numa propriedade erigida em 1609, situada a 400 metros de altitude, é um lugar singular, protegido e harmonioso.
A sua localização, entre as Serras da Estrela, do Buçaco, do Caramulo e de Montemuro, moldam o seu carácter e definem o seu equilíbrio natural.
Aqui, os muros de granito preservam a identidade do lugar, criando um espaço íntimo onde a vinha cresce sem pressa, fiel ao solo, ao microclima e à história que a antecede.
Neste lugar, o tempo não se impõe, respeita-se.
Tudo segue o seu próprio ritmo.
Tudo é aguardado.
O vinho nasce da escuta atenta da terra, do respeito pelos ciclos naturais e da paciência assumida como valor essencial.Cada garrafa é um testemunho da herança de Santar moldada pela natureza, lapidada pela história e revelada apenas a quem sabe reconhecer o silêncio da autenticidade.

O Culto do Extraordinário
Um território raro.
Santar, uma das vilas históricas mais emblemáticas do Dão e Portugal.
Vinha histórica integrada numa propriedade erigida em 1609.
400 metros de altitude, rodeado por 4 serras :
Estrela, Buçaco, Caramulo e Montemuro
Muros de granito que criam um microclima protegido e singular.

O Culto do Extraordinário
Um território raro.
Santar, uma das vilas históricas mais emblemáticas do Dão e Portugal.
Vinha histórica integrada numa propriedade erigida em 1609.
400 metros de altitude, rodeado por 4 serras :
Estrela, Buçaco, Caramulo e Montemuro
Muros de granito que criam um microclima protegido e singular.
VINHA DO CONTADOR DÃO NOBRE BRANCO 2017
O Vinha do Contador nasce de um lugar onde a natureza foi generosa e o tempo é tratado como essencial. No Paço dos Cunhas, em Santar, cada vinha é cuidada com respeito absoluto pelo terroir, procurando a expressão máxima das singularidades de cada ano, em diálogo com as características únicas dos nossos territórios. Colheita após colheita, apenas os vinhos que melhor refletem essa visão seguem este caminho. No caso do Vinha do Contador Branco 2017, essa excelência foi reconhecida pela Comissão Vitivinícola da Região do Dão, com a atribuição da designação “Nobre”, a mais alta distinção da região, um reflexo da precisão, do rigor e da experiência de quem o faz. Feito para durar, o Vinha do Contador representa a ambição do Paço dos Cunhas de criar os melhores vinhos que a natureza proporciona, de forma responsável e inspiradora. Um vinho que vai além do especial. Extraordinário pela origem, pelo tempo e pela visão que o sustenta.

VINHA DO CONTADOR DÃO NOBRE BRANCO 2017
O Vinha do Contador nasce de um lugar onde a natureza foi generosa e o tempo é tratado como essencial. No Paço dos Cunhas, em Santar, cada vinha é cuidada com respeito absoluto pelo terroir, procurando a expressão máxima das singularidades de cada ano, em diálogo com as características únicas dos nossos territórios. Colheita após colheita, apenas os vinhos que melhor refletem essa visão seguem este caminho. No caso do Vinha do Contador Branco 2017, essa excelência foi reconhecida pela Comissão Vitivinícola da Região do Dão, com a atribuição da designação “Nobre”, a mais alta distinção da região, um reflexo da precisão, do rigor e da experiência de quem o faz. Feito para durar, o Vinha do Contador representa a ambição do Paço dos Cunhas de criar os melhores vinhos que a natureza proporciona, de forma responsável e inspiradora. Um vinho que vai além do especial. Extraordinário pela origem, pelo tempo e pela visão que o sustenta.

VINHA DO CONTADOR TINTO 2015
O Vinha do Contador nasce de um lugar onde a natureza foi generosa e o tempo é tratado como essencial. No Paço dos Cunhas, em Santar, cada vinha é cuidada com respeito absoluto pelo terroir, procurando a expressão máxima das singularidades de cada ano, em diálogo com as características únicas dos nossos territórios. Colheita após colheita, apenas os vinhos que melhor refletem essa visão seguem este caminho. A experiência de quem o faz, aliada a um percurso longo e exigente da vinha à garrafa, permite que o vinho ganhe identidade, profundidade e equilíbrio. O tempo, aqui, não é espera é construção. Feito para durar, o Vinha do Contador representa a ambição do Paço dos Cunhas de criar os melhores vinhos que a natureza proporciona, de forma responsável e inspiradora. Um vinho que vai além do especial. Extraordinário pela origem, pelo tempo e pela visão que o sustenta.

VINHA DO CONTADOR TINTO 2015
O Vinha do Contador nasce de um lugar onde a natureza foi generosa e o tempo é tratado como essencial. No Paço dos Cunhas, em Santar, cada vinha é cuidada com respeito absoluto pelo terroir, procurando a expressão máxima das singularidades de cada ano, em diálogo com as características únicas dos nossos territórios. Colheita após colheita, apenas os vinhos que melhor refletem essa visão seguem este caminho. A experiência de quem o faz, aliada a um percurso longo e exigente da vinha à garrafa, permite que o vinho ganhe identidade, profundidade e equilíbrio. O tempo, aqui, não é espera é construção. Feito para durar, o Vinha do Contador representa a ambição do Paço dos Cunhas de criar os melhores vinhos que a natureza proporciona, de forma responsável e inspiradora. Um vinho que vai além do especial. Extraordinário pela origem, pelo tempo e pela visão que o sustenta.

VINHA DO CONTADOR AGUARDENTE VÍNICA VELHA
No Paço dos Cunhas, o tempo não é apenas passagem, é matéria-prima.
É dele que nasce esta aguardente, criada com a mesma exigência, rigor e respeito pela origem que definem a identidade da marca. Um processo paciente, onde tradição e saber acumulado ao longo de gerações se unem para dar forma a algo raro e distinto.
Mais do que um destilado, é a expressão de um legado. Um símbolo de autenticidade e de uma elegância discreta, pensada para quem reconhece valor no detalhe, no silêncio e naquilo que perdura para além do imediato.
Paço dos Cunhas. Onde o tempo se transforma em caráter.

VINHA DO CONTADOR AGUARDENTE VÍNICA VELHA
No Paço dos Cunhas, o tempo não é apenas passagem, é matéria-prima.
É dele que nasce esta aguardente, criada com a mesma exigência, rigor e respeito pela origem que definem a identidade da marca. Um processo paciente, onde tradição e saber acumulado ao longo de gerações se unem para dar forma a algo raro e distinto.
Mais do que um destilado, é a expressão de um legado. Um símbolo de autenticidade e de uma elegância discreta, pensada para quem reconhece valor no detalhe, no silêncio e naquilo que perdura para além do imediato.
Paço dos Cunhas. Onde o tempo se transforma em caráter.

PAÇO DOS CUNHAS
417 ANOS DE HISTÓRIA
O primeiro Senhor de Santar que aparece documentado foi Diogo Soares de Albergaria, também conhecido por Diogo Soares ”O Velho”, senhor dos concelhos de Senhorim, Óvoa e Barreiro. Na crise dinástica de 1383-85, Diogo Soares ”O Velho” tomou o partido de Castela, tendo sido despojado de todos os seus bens pelo rei D. João I. No entanto, D. João I viria a dar todo este património a Fernão Gonçalves de Figueiredo, como dote pelo casamento com a bela Catarina Dias Soares, filha de Diogo Soares ”o velho”. Por carta de 12 de Agosto de 1387, D. João I fez-lhe a doação de Santar e da terra do Barreiro, com seus termos, pertenças e foros e com toda a sua jurisdição cível e crime, mero e misto império, só com ressalva do direito de correição.
Foi D. Pedro da Cunha, bisneto de Luís da Cunha, em 1609 que ergueu o Paço dos Cunhas. A fachada original de entrada para o emblemático pátio do edifício continua de pé até hoje e mantém intocada. O Pórtico renascentista da fachada original do Paço dos Cunhas de Santar possui dois brasões esculpidos em pedra de Ançã. No início do século XX, o Paço dos Cunhas foi comprado por José Caetano dos Reis, pai de Francisco Coelho do Amaral Reis, Visconde de Pedralva, e de Manuel Casimiro Coelho do Amaral Reis, proprietário da Casa do Soito, posteriormente integrada no Paço dos Cunhas de Santar.
CONTACTOS

M. Largo do Paço, 3521-908 Santar, Viseu, Portugal
T. +351 232 960 140 (Chamada para a rede fixa nacional)